sexta-feira, 25 de julho de 2014

Escrever



Hoje, 25 de julho, pode parecer um dia normal. Não para nós, escritores. É o nosso dia. 
Escrever é mostrar ao mundo a sua história. É desabafar, colocar os sentimentos para fora, e emocionar muitos leitores. É traduzir em palavras o que sentimos. É imaginar. 
Escrever é arte, é talento. É amar as palavras e os livros. É sonhar. 
É difícil achar uma definição para escrever, pois são muitos sentimentos, muitas coisas, e talvez seja isso que torna a arte de escrever especial e única.


Feliz dia dos escritores para todos! :D

Posted by: Lau

quarta-feira, 23 de julho de 2014

A deusa das estrelas



Esse conto eu fiz para um trabalho de religião, só que gostei tanto que resolvi postar aqui. Espero que gostem. :D 

A deusa das estrelas

Há muitos anos atrás, em um reino muito distante, vivia Stella, uma garota de apenas 15 anos que servia ao rei e a rainha. 
Stella não era feliz. Sua mãe morreu cedo, de tantos castigos e maus tratos, e seu pai abandonou-as. Ela tinha apenas sua irmã mais nova, Cler, de dez anos. 
Como era o costume, quase uma regra do reino de Parislândia, os mais pobres serviam os mais ricos. Época de monarquia, tinha sorte quem trabalhava para a Rainha. 
Stella ainda não encontrou o motivo da sorte, pois odiava tudo lá, principalmente Kiera, a princesa. Mimada, fútil, orgulhosa e maldosa, sempre esnobava Stella em tudo. 
Certo dia, Cler finalmente conseguiu trabalhar no Palácio, junto com sua irmã. 
- Lembre-se: sempre concorde com tudo o que eles mandarem. Não questione e faça as coisas direitinho. Tá? - Stella disse.
- Tá bom. - ela concordou. 
Porém, uma semana depois, Cler começou a odiar Kiera. Elas discutiam seguido, até que ela chegou correndo até Stella, suplicando.
- Ela vai me castigar! - berrava, enquanto se agarrava a irmã. 
- Onde ela está? 
- No quarto. 
- Vou lá falar com ela. - disse. 
Chegando lá, Kiera estava bufando de raiva. 
- Kiera, por favor, me castigue, não ela! - pediu.
- Não! E se você questionar mais uma vez, ela será morta. - falou. - Guardas, tirem ela daqui e levem para o castigo. 
Stella viu uma das piores cenas da sua vida: Cler sendo levada a força pelos guardas, enquanto se debatia e chorava desesperadamente. O problema é que ela não podia fazer nada. 
- Agora, limpe minha gaveta de joias. E ensine bons modos a sua irmã, se ela sair viva de lá. - falou, e saiu do quarto. 
Stella foi. Abriu a gaveta: quantas joias! Mas o que chamou sua atenção foi um colar de estrelas que estava em cima de um envelope, bem escondidinho. Curiosa, abriu. Deu um pulo para trás: era a profecia que tanto falavam!
"A deusa das estrelas se aproxima,
Irá salvar Parislândia e reinar,
Com 16 anos, o colar obedecerá,
E a Estrela Cadente aparecerá."
Coincidentemente, Kiera e Stella fariam 16 em três dias. Será que ela seria a menina da profecia? E salvaria Parislândia?
Então, se passaram os três dias. Todos da cidade estavam lá, ansiosos pela revelação da profecia, que já foi tentada várias vezes antes, sem sucesso. 
Stella torcia para que não fosse Kiera, pois ela no poder só pioraria as coisas. 
Finalmente, a hora chegou. O rei e a rainha discursaram, e Kiera colocou o colar. Nada. Tudo estava quieto. Nada aconteceu. 
Até que Stella se ofereceu. 
- Eu! 
- Não! - ela negou. - Nem pensar! 
Até que Stella viu Cler, toda machucada e mal parando em pé, tirar o colar de Kiera e jogar para Stella, que colocou imediatamente. 
Então, uma estrela caiu. O colar brilhou. E Stella se transformou. 
Todos aplaudiram. Kiera estava incrédula e não aceitava de jeito nenhum, mas todos lhe ignoraram. Aí, Stella libertou os escravos, tirou o rei e a rainha do poder, e a partir daí começava uma nova Parislândia, com mais liberdade e direitos. 
Dez anos depois, Stella foi assassinada e ficou conhecida como Stellaris, a deusa das estrelas, e virou uma lenda que passou por várias gerações. E que até hoje não foi esquecida. 

É isso, espero que tenham gostado. :D 
Em breve trago mais contos. 

Posted by: Lau


domingo, 20 de julho de 2014

O valor da generosidade


Hoje trouxe um conto que fiz ano passado, para uma peça que tínhamos que apresentar. A ideia foi minha e dos meus colegas, mas eu fiz o roteiro, mas enfim, espero que gostem: 

O valor da generosidade

            Era uma vez, num belo dia ensolarado de verão, numa cidade movimentada, onde a mãe, o filho e o amigo esperavam na parada do ônibus para ir até a loja de música, escolher o presente de Bernardo.
          O ônibus parou, e o motorista Brad abriu a porta. As passagens foram entregues. Havia pouca gente, por enquanto...
          Bernardo e Felipe, dois amigos, ficavam incomodando todos do transporte. Até que chegaram duas patricinhas,  Maria e Fátima, e sentaram no assento especial para deficientes e idosos.
          Sofia, a mãe, ficou intrigada com a atitude das duas, e foi lá falar com elas.
- Com licença, meninas, vocês podem sentar nos outros bancos? Aqui é especial para pessoas com...
- Não vamos, não quero saber dessas pessoas, podem sentar em qualquer lugar, porque nós temos que sair? – Fátima interrompeu, com ignorância.
- É, vamos ficar aqui. – Maria concordou.
- Mas, está escrito na lei... E olha, vem vindo uma idosa ali.
- Argh, ótimo, uma velha. – Maria falou.
         Sofia desistiu e voltou para seu lugar. A idosa, dona Margarida, andava com certa dificuldade, mas a cuidadora, Gabriela, ajudava.
- Venha, com calma, seu assento está logo ali... Ah. Vocês podem, por favor, ceder o banco? Ele foi feito especialmente para idosos e deficientes físicos, que não podem andar muito. – A cuidadora falou.
- Já disse que não! Né, Mari? – Fátima disse, irritada.
- Não mesmo! Ela pode sentar nos outros bancos, nós chegamos primeiro. – Maria disse.
        Sofia voltou para elas e ergueu a voz:
- Escuta aqui, saiam agora, deixem a pobre idosa sentar aí! Não custa nada!
        E começou a discussão.
- O que está acontecendo? – Perguntou o motorista.
        Ficou um silêncio, até ele avisar:
- Sem brigas, por favor.
- Ok, ok, agora ande logo essa coisa se não vamos nos atrasar para o cinema. – As pattys disseram.
- E para meu presente também! – Bernardo reclamou.
- Bem, já vimos que elas não vão ceder o banco... Vamos, com cuidado, Dona Marga... – Gabriela disse, ajudando a idosa a ir para o outro assento.
      Desde então, muito tempo passou. E todos se encontraram no mesmo ônibus.
      Bernardo e Gabriela estavam sentados no assento especial, até dois rostos familiares chegarem.
- Sofia, lembra delas? – Gabi cochichou para sua colega.
- Claro que sim.
- Com licença, vocês podem ceder o banco para nós? – Fátima perguntou.
- Eu lembro de vocês.. – Algumas pessoas disseram.
- Há anos atrás, minha mãe me ensinou a sempre ajudar as pessoas, e uma forma de fazer isso é deixando o assento para idosos ou deficientes. Podem sentar. – Bernardo falou.
- É isso aí, filho! – Sofia disse.
         Os dois saíram, e deixaram as idosas ocupar os bancos.
- Ei, eu lembro deles... Lembra, de quando a gente não quis deixar a velha sentar aqui? E quem diria que nós chegaríamos a esse ponto... – Fátima cochichou para a amiga.
- É mesmo... – Maria concordou.
         E então, elas aprenderam uma boa lição, que levariam para o resto da vida:


“Sempre ajude o próximo, pois você nunca sabe a situação em qual vai se encontrar”. 

Vou trazer mais contos em breve, agora que tenho bastante tempo vou fazer mais. :D 
Sugestões? Comente!

Posted by: Lau

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Derrotas




Ao ler o título desse texto, já deve imaginar do que se trata. Muitos dizem que a vida é feita de perdas e conquistas. Eu digo que vai além disso: tem o saber. Saber perder, e saber ganhar. 
Mas, como assim "saber ganhar"? É basicamente ter humildade. O verdadeiro vencedor é aquele que ganha por mérito, por esforço, e o principal: que é humilde. 
Também tem o "saber perder", que é basicamente ter fé e nunca desistir. O verdadeiro perdedor é aquele que não aceita a derrota, e que desiste na primeira tentativa por achar que nunca vai conseguir.
Enfim, vivemos num mundo de competições, de ganhos e perdas, mas acho que ainda temos muito que aprender sobre isso. Para finalizar, deixo a frase que criei há muito tempo, mas que uso até hoje:
"Sempre saiba a perder com esperança de um dia chegar lá, e ganhar com humildade, sabendo que um dia já perdeu."

Espero que vocês tenham gostado do texto de hoje, e peço que curtam a page do blog (sim, resolvi criar para divulgar). Para curtir, clique aqui. :D

Posted by: Lau

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Solidariedade



Desde pequenos, sempre nos ensinaram o quanto é importante ajudar o próximo, pois quem ajuda, será ajudado.
Responda rápido: qual foi a última boa ação que você fez? Vale de um simples conselho até uma doação para uma instituição. E aí?
Enfim, vamos direto ao ponto: a solidariedade. Será que somos solidários o suficiente? Será que ajudamos porque queremos, sem pensar na recompensa?
Eu acho que é disso que estamos precisando: ajudar mais. Aquela sensação de felicidade, quando ajudamos alguém que consegue graças a nossa ajuda, não tem preço. 
 Só que muitas vezes recusamos receber ajuda. Orgulho? Talvez. Mas sofrer em silêncio não pode ser considerada uma opção. Portanto, eu digo: além de ajudar, também devemos pedir ajuda, pois é aí que podemos achar a solução dos nossos problemas. 
Então, nunca se esqueça: o verdadeiro orgulhoso não é aquele que não é solidário. É aquele que recusa a solidariedade dos outros. 

É, não ficou muito bom, estou sem criatividade e escrevi só por escrever mesmo. E se alguém quiser sugerir um tema eu agraço, pq estou sem ideias :/

Posted by: Lau